quarta-feira, 31 de março de 2010

missô caseiro

Hoje, fizemos missoshiro em casa pela segunda vez. Compramos a pasta de soja dias atrás para preparar uma sopa quentinha nessas noites frias - claro que depois de muito gesticular com algum vendedor e receber a ajuda de algum outro cliente, que se esforçou para falar inglês conosco e explicar como fazer uma "tipical japanese soup".
Mas a novidade do jantar de hoje mesmo foi o pato defumado com pimenta do reino, simplesmente animal. Tem uma puta capa de gordura, ou seja, uma bomba, mas é delicioso, muito saboroso, tenro, suculento, perfeito para comer com um vinho tinto. Tudo muito japonês, é claro... rs.

cotidiano no Japão

praticamente escravos de jó...

terça-feira, 30 de março de 2010

falando em comida...


Curry com nan do Indiano ao lado do Consuldado. Muy bueno. Mild, medium, hot, very hot ou bery bery hot! O mild já dá pra suar bem; na velocidade 5, só de pensar já sinto a cabeça esquentar.




O pf - almoço de um sushi também perto do Consulado. O nome do restaurante a gente não sabe ainda, ou melhor, a gente não sabe ler ainda... O restaurante é na casa dos donos - o marido prepara o sushi, as mulheres fazem o resto - o que parece ser comum aqui, pois é o segundo que vamos neste esquema. Nas duas vezes, os filhos, umas criancinhas muito bonitinhas, apareceram para falar alguma coisa para nós do tipo "muito obrigado" ou algo como "você é diferente, não?" - eu imagino.

Um videozinho do restuarante. A chaleira sempre esquentando uma água para o chá parece ser algo comum por aqui também.

domingo, 28 de março de 2010

"Aloz de novo não!!"

Já ouvi uma história de que os japoneses teriam os olhos puxados de tanto comer arroz... desde pequeno, quando a mãe traz o arroz, a criança leva as duas mãos à cabeça em desespero, estica a face e diz "aloz de novo não!!!".

É verdade que o arroz é beeem comum, mas quem criou esta piadinha não foi muito justo com a culinária japonesa. Faz pouco mais de uma semana que chegamos e até agora quase que não repetimos um prato em uma refeição. A variedade é imensa e acho que comer é uma das coisas em que mais pensamos. Há um restaurante a cada 10 ou 15 metros aqui onde estamos morando e trabalhando - Fushimi e Sakae, os dois bairros mais centrais de Nagoya - e nos dá vontade de experimentar cada um. Ainda chegamos lá.