De olhos bem puxados
Um casal na terra do Godzilla
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Cormorant Fishing on the Nagara River

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sinal de vida
Sim, continuamos no Japão. Tanto tempo que não registramos nada aqui, que o ano virou e passamos um semestre todo com isto em branco. Nem o outono nos demos ao trabalho de comentar. Não que nada tenha acontecido, pelo contrário. Mas a vida tomou a cadência natural, em que o extraordinário assume o seu significado verdadeiro, mesmo em terras tão fora do comum.
Às vezes, a cabeça parece ter ido embora, sonhando com o recomeço em outro lugar, porque gosta de aproveitar o incentivo da ansiedade. Logo mais iremos mesmo, e o engraçado é pensar que prestes a ir embora, corpo e mente, continuamos sem entender as características mais óbvias do Japão, os hábitos mais rotineiros e até a convivência um pouco mais próxima. Temos lá nossas impressões, porém é como se, a certa altura, tivéssemos atingido uma barreira cultural quase impenetrável, a qual para ser ultrapassada se requer um esforço descomunal, que por varias razões não nos dispusemos a fazer.
Para nós também, como diria ingenuamente Masanori, nosso amigo, Nagoia talvez terá sido em grande parte "a transfer to the lonely". Pois se a experiência cultural foi limitada e de certo modo superficial, a oportunidade para a introspecção foi inversamente proporcional. Além da barreira da diferença a nos empurrar para um isolamento, a própria cultura japonesa parece beneficiar um estado de enclausuramento permanente ou, nesse caso como gosta de dizer a Ju, de autismo social. De todo modo, nesse tempo todo não faltaram ocasiões dignas de serem registradas.
outono em Kyoto, nov. 2011
tokyo, setembro de 2011
shinjuku-koen, tokyo, nov. 2011
meiji jingu, tokyo, , nov. 2011
fuji-san, dezembro de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Nagoya is the transfer to the lonely.
Masanori Noguchi sent you a message on Facebook... 




