domingo, 31 de julho de 2011

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Nagoya is the transfer to the lonely.

Masanori Noguchi sent you a message on Facebook...Link

Hi Marco! Nagoya is the transfer to the lonely. But, to be close Chieko.  The Kofu There are many good public bus(Onsen). Please visit us. we wait!!  Please also tell Julia.
Masa
Hi Marco!
Nagoya is the transfer to the lonely.
But, to be close Chieko.

The Kofu There are many good public bus(Onsen).
Please visit us. we wait!!

Please also tell Julia.
Conversation History
Marco Kinzo Bernardy
Marco
7:27am Jun 16
Masa! We are still in Brazil. Sorry to hear your going away from Nagoya. I hope we can visit you in your new city. We are coming back only on July 5. Are you happy with your transfer?
Masanori NoguchiLink
Masa
6:53am Jun 13
Hi marco!!
I will transfer from Nagoya in July.
Next goes in Kofu.

Are you staying Brazil now?

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

cerejeiras em flor
















Todas em Kyoto, no último final de semana.
S. e T. vocês fizeram falta!

sábado, 2 de abril de 2011

2 filmes 2 lugares






Revelei outro dia um filme que estava há cinco meses na câmera. Curioso foi ver que havia fotografado lugares pela segunda vez, às vezes quase do mesmo jeito que da primeira vez, sem lembrar das primeiras fotografias. As duas imagens da direita e a primeira na horizontal são do filme revelado agora. Os prédios são a De Beers e o Tokyo International Forum, ambos em Ginza, Tóquio.

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Difícil acreditar que há três semanas estávamos em uma praia, terra de gente de olhos menos puxados, longe de todas as preocupações, livres de todo cansaço, energizados a ponto de não reclamar ao acordar antes de o sol nascer. Desde quando voltamos da Tailândia, numa escapada de uma semana, bem quando o maior terremoto em 150 anos aconteceu, os dias têm sido intensos, nem sempre longos, mas frequentemente cansativos. Como temos brincado, o tsunami que nos atingiu foi o de brasileiros atrás do passaporte novo, do registro de nascimento atrasado e tudo mais que a rotina dizia que era para depois. De repente, a vida parece urgente.




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quinta-feira, 17 de março de 2011

Omedetou gozaimasu ou Gambate kudasai

Hoje faz uma ano que pisamos na terra do sol nascente.
O clima não é para muitas comemorações, mas com a força desse povo que já sobreviveu a uma bomba nuclear, rezo para que o Japão se torne fênix e renasça das cinzas que hoje ofuscam o nosso futuro.
Gabarimasho!!

segunda-feira, 14 de março de 2011

um sonho

Os recentes acontecimentos no Japão, o maior terremoto nos últimos 140 anos, a maior tragédia no país após a II Guerra Mundial, o tsunami devastador no país do tsunami, o caso ainda mal contado da usina nuclear, a previsão de mais de 10 mil mortos, tudo ofusca a nossa memória das coisas boas que acabamos de viver nessa última semana.

Por uma questão de "timing", de sorte ou de proteção divina - como queiram - eu e Marco não estávamos no Japão quando tudo chacoalhou. Graças a Deus, pois teria sido bem traumatizante - ao que parece, chacolhou muito.

A nossa casa está intacta, mas as notícias na TV, as réplicas constantes registradas pelo app, aquele friozinho na barriga, me tiraram o sono.

Depois de muito tempo, dormi. Dormi e sonhei que estava na Tailândia, numa ilha paradisíaca, de um mar esmeralda (que não parecia um dia ter sido também afetada por um tsunami). Nessa ilha havia um lago interno de águas rasas e cristalinas, cercado de rochas imponentes e uma vegetação ainda intocada. Entrávamos nessa lagoa de caiaque, passando por entre as rochas, apenas levados pela correnteza. Ninguém, só nós dois. Um silêncio tranquilizante e apenas o eco do voo dos pássaros.

Acordei. Era meu inconsciente tentado me proteger de todas essas imagens aterrorizantes. Mas não foi apenas um sonho... só que dessa vez não tem fotos, pois têm coisas que são para ficar apenas na memória.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O aeroporto e os japoneses


Lembro que quando era criança, sempre que alguém ia viajar, íamos todos ao aeroporto. Para mim, era um momento de ansiedade, desde o momento que via as malas sendo preparadas. Queria eu ir viajar, mesmo que fosse dentro de uma daquelas malas.

O mesmo acontecia quando alguém voltava: íamos ao aeroporto apanhar o viajante. E esperar na porta de saída era uma outra ansiedade, acho que por querer eu também estar saindo dali. Mas reparava que eu não era o único ansioso. Os do lado de cá, aguardando em cada pessoa que saía aqueles que queriam; os do lado de lá, procurando por alguém que os aguardasse. Os abraços e beijos eram intensos, os sorrisos dos mais largos possíveis.

Pois bem, desde de quando entrei para esse meu novo trabalho em 2008, tenho ido muito ao aeroporto, mas não pela razão pela qual sempre quis. Na maioria das vezes continuei do lado dos que aguardavam os que chegavam. Aprendi que, por essência, o aeroporto é o não-lugar, o "qualquer lugar do mundo", o lugar que pouco têm de identidade para nos afirmar onde estamos. As sutilezas, porém, são muitas e, em alguns casos, únicas.

No Japão, aqueles momentos intensos das chegadas que recordo ter visto na infância são os mais singelos imagináveis. Entre os japoneses, mal um olhar mais atento há entre os que aterrisam e os que os esperam. Um abraço, um beijo, coisa raríssima. Pode-se pensar que é frieza. Pode-se pensar que são diferentes. E são.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011